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Cirurgia do aparelho digestivo no Rio de Janeiro

Cirurgia para Refluxo Gastroesofágico (DRGE)

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) acontece quando o conteúdo do estômago retorna para o esôfago e provoca sintomas incômodos e/ou complicações, como inflamação da mucosa esofágica.

O tratamento costuma começar com medidas clínicas e medicamentos. A cirurgia pode ser considerada em pacientes selecionados, após confirmar adequadamente o diagnóstico e avaliar sintomas, exames, anatomia, resposta ao tratamento e expectativas individuais.

Dr. Lucas Marques em consultório
Dr. Lucas Marques CRM-RJ 52.95855-7
RQE 33696 e 33697
★★★★★ Mais de 120 avaliações no Google
Avaliação individual e cuidadosa
Acompanhamento multidisciplinar
Barra da Tijuca e Glória
Sintomas que merecem investigação

Quando o refluxo gastroesofágico precisa de uma avaliação mais detalhada?

Azia ocasional pode ocorrer sem necessariamente caracterizar DRGE. Quando os sintomas são recorrentes, impactam a rotina ou persistem apesar do tratamento, pode ser necessário aprofundar a investigação.

Azia e regurgitação frequentes

Queimação atrás do peito e retorno de líquido ou alimento para a boca são sintomas típicos de refluxo e podem exigir investigação quando persistentes.

Resposta insuficiente ao tratamento

Quando os sintomas continuam relevantes apesar do uso correto de medicamentos e das medidas clínicas, é importante confirmar se o refluxo é realmente a causa.

Dificuldade para engolir ou complicações

Dificuldade para engolir, sangramento digestivo ou perda de peso não explicada são sinais de alerta e exigem avaliação médica e investigação adequada.

Entenda o problema

O que é doença do refluxo gastroesofágico?

A DRGE ocorre quando o refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago provoca sintomas incômodos e/ou complicações. A frequência dos episódios, o impacto dos sintomas e os achados dos exames ajudam a caracterizar o quadro.

O organismo possui mecanismos que ajudam a impedir esse retorno, incluindo a região de transição entre o esôfago e o estômago e a participação do diafragma. Alterações nessa barreira podem favorecer o refluxo.

O tratamento é individual. Há pacientes controlados com mudanças de hábitos e medicamentos, enquanto outros precisam de investigação adicional e podem ser candidatos a uma abordagem cirúrgica.

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Barreira antirrefluxoA junção entre esôfago, estômago e diafragma ajuda a impedir o retorno do conteúdo gástrico.
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Retorno do conteúdo gástricoQuando essa barreira não funciona adequadamente, o conteúdo pode subir para o esôfago.
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Sintomas e lesõesAzia, regurgitação e inflamação do esôfago podem ocorrer conforme a frequência e intensidade do refluxo.
Indicação individual

Quando a cirurgia para refluxo pode ser considerada?

A cirurgia não é a primeira opção para todas as pessoas com refluxo. Antes de indicá-la, é importante confirmar objetivamente a DRGE e entender o perfil de cada paciente.

Refluxo objetivamente comprovado

A cirurgia deve ser discutida quando há evidências de DRGE e existe uma relação coerente entre os achados, os sintomas e o benefício esperado com o tratamento antirrefluxo.

Sintomas persistentes

Regurgitação ou outros sintomas incômodos que persistem apesar do tratamento podem levar à discussão de cirurgia quando o refluxo está adequadamente documentado.

Esofagite importante

Esofagite erosiva mais avançada ou outras complicações relacionadas à DRGE podem reforçar a necessidade de discutir estratégias de tratamento de longo prazo.

Hérnia de hiato associada

Quando existe uma hérnia de hiato relevante, seu tamanho e sua anatomia podem influenciar a indicação e o planejamento da cirurgia antirrefluxo.

Sintoma persistente não significa automaticamente indicação de cirurgia.
Quando o tratamento não funciona como esperado, primeiro é necessário confirmar o diagnóstico e excluir outras causas dos sintomas.
Confirmar o diagnóstico antes de operar

Quais exames podem fazer parte da avaliação do refluxo?

A investigação é individual e busca confirmar a presença de refluxo, avaliar o esôfago e entender se uma cirurgia antirrefluxo tem chance de tratar os sintomas do paciente.

Endoscopia

Esôfago e estômago

Ajuda a avaliar esofagite, alterações da mucosa, hérnia de hiato e outros achados do trato digestivo superior.

Monitorização do refluxo

Documentar a DRGE

pHmetria ou pH-impedanciometria podem ser utilizadas, conforme o caso, para medir o refluxo e avaliar sua relação com os sintomas.

Manometria

Funcionamento do esôfago

A manometria avalia a motilidade do esôfago e ajuda a identificar distúrbios motores que podem modificar o planejamento de uma cirurgia antirrefluxo.

O tratamento do refluxo não está funcionando como você esperava?

Na consulta, o Dr. Lucas revisa sintomas, uso de medicamentos e exames para entender se é preciso ajustar o tratamento ou considerar uma abordagem cirúrgica.

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Infográfico explicativo mostrando a reconstrução da barreira antirrefluxo durante a cirurgia para DRGE
Cirurgia antirrefluxo

Como é feita a cirurgia para refluxo?

A fundoplicatura é uma das técnicas cirúrgicas antirrefluxo mais utilizadas e, na maioria dos casos, pode ser realizada por videolaparoscopia.

Durante o procedimento, a parte superior do estômago é posicionada ao redor da região final do esôfago para reforçar a barreira antirrefluxo. Quando existe hérnia de hiato, ela também pode ser corrigida durante a operação.

Existem diferentes formas de realizar a fundoplicatura. A escolha é individualizada e considera anatomia, sintomas, exames, risco de efeitos adversos e decisão compartilhada entre médico e paciente.

Conversar com a equipe
Reconstrução da barreira antirrefluxo

O que a fundoplicatura busca fazer?

O objetivo é reforçar a região de transição entre o esôfago e o estômago para reduzir a passagem do conteúdo gástrico de volta para o esôfago.

BarreiraReforço da junção gastroesofágica

A parte superior do estômago é utilizada para criar um mecanismo que aumenta a resistência ao refluxo.

HiatoCorreção quando necessária

Se houver hérnia de hiato associada, o posicionamento do estômago e a abertura do diafragma também entram no planejamento.

IndividualizaçãoFundoplicatura total ou parcial

As duas abordagens podem ser utilizadas. A escolha considera sintomas, anatomia, risco de disfagia, exames e preferências discutidas com o paciente.

Segurança e recuperação

Como é o pós-operatório da cirurgia para refluxo?

A recuperação varia conforme a técnica utilizada, a presença de hérnia de hiato e as condições clínicas de cada paciente.

Após uma fundoplicatura, a alimentação costuma ser reintroduzida progressivamente. Alguns pacientes podem apresentar dificuldade temporária para engolir, sensação de estufamento ou maior dificuldade para arrotar durante a adaptação.

Como em qualquer cirurgia, existem riscos, e também pode haver persistência ou retorno dos sintomas ao longo do tempo. O acompanhamento é importante para avaliar a evolução.

Alguns cuidados no período de recuperação

  • Seguir a progressão da alimentação orientada pela equipe.
  • Mastigar bem e respeitar o volume das refeições no período inicial.
  • Retomar esforços físicos de forma gradual conforme orientação.
  • Informar dificuldade importante para engolir, dor intensa, vômitos ou outros sintomas inesperados.
  • Comparecer aos retornos para acompanhar a resposta dos sintomas.
Entender os sintomasAzia, regurgitação, dificuldade para engolir, sintomas noturnos e resposta aos tratamentos já realizados.
Revisar os examesEndoscopia e outros exames disponíveis ajudam a avaliar consequências do refluxo e anatomia.
Confirmar o diagnósticoQuando necessário, exames funcionais ajudam a documentar refluxo e avaliar a motilidade do esôfago.
Planejar o tratamentoDecisão entre ajuste do tratamento clínico e cirurgia, além da técnica mais adequada quando houver indicação.
Primeiro passo

Como é feita a avaliação com o Dr. Lucas?

A consulta busca avaliar se os sintomas são compatíveis com DRGE, se o diagnóstico está adequadamente documentado e se existe benefício em considerar uma cirurgia antirrefluxo.

O Dr. Lucas revisa sintomas, medicamentos, exames e possíveis alterações anatômicas, explica as possibilidades de tratamento e organiza a investigação complementar quando necessária.

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Dr. Lucas Marques
Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo

Dr. Lucas Marques

CRM-RJ 52.95855-7 | RQE 33696 e 33697

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com residência em Cirurgia Geral no Hospital Federal de Ipanema e residência em Cirurgia Videolaparoscópica no Hospital Federal de Bonsucesso.

  • Especialista em Cirurgia Geral e Bariátrica pelo CBC.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.
  • Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica.
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Experiências compartilhadas por pacientes

Avaliações sobre o atendimento do Dr. Lucas

Relatos publicados por pacientes no Google sobre a experiência de atendimento, cirurgia e acompanhamento com o Dr. Lucas.

Avaliações no Google
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Os relatos representam experiências individuais de pacientes e não constituem promessa ou garantia de resultado cirúrgico.

Atendimento por convênios

Planos de saúde atendidos pelo Dr. Lucas

O Dr. Lucas é credenciado por diferentes operadoras. A equipe pode confirmar o atendimento pelo seu plano e orientar sobre documentação e autorização quando houver indicação cirúrgica.

Logos de planos de saúde atendidos: SulAmérica Saúde, Life Empresarial Saúde, IPALERJ Saúde, Mútua, AMBEP, Casembrapa, Blue, Bem.care, Gama Saúde, Saúde Petrobras, Bradesco Saúde, Mediservice, CASSI, Omint Saúde e Eletros-Saúde

Planos exibidos: SulAmérica Saúde, Life Empresarial Saúde, IPALERJ Saúde, Mútua, AMBEP, Casembrapa, Blue, Bem.care, Gama Saúde, Saúde Petrobras, Bradesco Saúde, Mediservice, CASSI, Omint Saúde e Eletros-Saúde.

Credenciamento, rede, cobertura do procedimento, acomodação e autorização podem variar conforme o produto contratado e a operadora. Confirme as condições com a equipe antes do agendamento ou da solicitação cirúrgica.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre cirurgia para refluxo gastroesofágico

O que é doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)?
A DRGE ocorre quando o refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago provoca sintomas incômodos e/ou complicações. A frequência dos episódios, o impacto dos sintomas e os achados dos exames ajudam a caracterizar o quadro.
Todo refluxo precisa de cirurgia?
Não. O tratamento costuma começar com medidas clínicas e medicamentos. A cirurgia é uma opção para pacientes selecionados, especialmente quando existe DRGE objetivamente comprovada e uma expectativa razoável de benefício com o tratamento antirrefluxo.
Quando a cirurgia para refluxo pode ser considerada?
Ela pode ser discutida em pacientes com DRGE comprovada que apresentam sintomas persistentes e incômodos, regurgitação relevante, esofagite importante, hérnia de hiato associada ou outras situações em que a avaliação indique benefício com uma abordagem antirrefluxo.
É preciso fazer exames antes da cirurgia?
Sim. A avaliação pré-operatória busca confirmar a DRGE e compreender o funcionamento do esôfago. Endoscopia, monitorização do refluxo por pHmetria ou pH-impedanciometria e manometria podem fazer parte da investigação, conforme o caso.
O que é fundoplicatura?
É uma cirurgia em que a parte superior do estômago é posicionada ao redor da região final do esôfago para reforçar a barreira antirrefluxo e reduzir o retorno do conteúdo gástrico.
A cirurgia para refluxo também corrige hérnia de hiato?
Quando existe hérnia de hiato associada e há indicação de correção, ela pode ser tratada no mesmo procedimento da cirurgia antirrefluxo.
Qual a diferença entre fundoplicatura total e parcial?
Na fundoplicatura total, o estômago envolve completamente a região final do esôfago; na parcial, o envolvimento é incompleto. As duas abordagens podem ser utilizadas, e a escolha é individualizada conforme sintomas, anatomia, exames, risco de disfagia e decisão compartilhada.
Quais sintomas podem ocorrer depois da cirurgia?
Durante a adaptação, alguns pacientes podem apresentar dificuldade temporária para engolir, sensação de estufamento ou maior dificuldade para arrotar. A intensidade e a duração variam entre pacientes.
O refluxo pode voltar depois da cirurgia?
Pode haver persistência ou retorno dos sintomas em alguns pacientes ao longo do tempo. Por isso, indicação adequada, técnica individualizada e acompanhamento são importantes.
O plano de saúde cobre a cirurgia para refluxo?
A cobertura depende do contrato, da indicação clínica, dos exames, da documentação, da rede credenciada e da autorização da operadora. A equipe pode orientar sobre credenciamento e etapas de solicitação.
Atendimento no Rio de Janeiro

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Av. das Américas, 4200, Bloco 2, sala 109, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ

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Barra da Tijuca — Unidade II

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Avaliação individual

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Agende uma avaliação com o Dr. Lucas Marques para revisar seus sintomas, exames e possibilidades de tratamento com clareza e segurança.

Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. A indicação de cirurgia, a técnica, os riscos e os resultados variam conforme os sintomas, os exames, a anatomia e as condições clínicas de cada paciente.